Já tive a felicidade de assitir a um show da Orquestra Imperial nos arcos da Lapa, no Rio de Janeiro, e garanto que a festa montada é muito boa. Reciclando o conceito de orquestra de baile, com um repertório que passeia pelo samba, soul, rock, em covers engraçados e inusitados, suas apresentações costumam durar muitas horas, como convém a um bailão de gafieira - aliás, esse é o conceito que animou a criação do grupo: resgatar os bailes de música brasileira, sem pretensões além da de ter muita curtição. Quem estiver esperando para vê-los ao vivo pode ir esquentando os tamborins com seu trabalho de estúdio, “Carnaval Só No Ano Que Vem” (produzido por Mario Caldato Jr, que já trabalhou muito com os Beastie Boys), já rolando por aí.
A Orquestra carioca conta com 18 músicos fixos, entre eles Moreno Veloso, Rodrigo Amarante (Los Hermanos), Pedro Sá (guitarrista de Caetano Veloso e Lenine), Nelson Jacobina (parceiro de Jorge Mautner), Kassin (produtor de Los Hermanos, Adriana Calcanhoto), Nina Becker e Thalma Freitas (ambas nos vocais). Para se ter uma idéia de como seus shows são animados, a turma que costuma dar canja inclui Elza Soares, Seu Jorge, Marisa Monte, Caetano Veloso, Fernanda Abreu, DJ Marlboro, Erasmo Carlos, Ed Motta e Andreas Kisser (Sepultura). Tá bom pr’ocê?
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