0r. NANCY SINATRA—————————————————————————————————- The Fixx [dl] Muguette [dl] La Grande Sophie [dl] The Meteors [dl] Lisa Germano [dl] Eileen [dl] Jessica Simpson [dl] The Supremes [dl] Amanda Lear [dl] Loretta Lynn [dl] The Artwoods [dl] Barcode Bros [dl] Boy George [dl] Barbados [dl] A. Lane/B. Adamson [dl] Billy R Cyrus [dl] Symarip [dl] Los Salvajes [dl] Lee Hazelwood [dl]
UPDATE:
The Fresh Breaths [dl] Destroy all Monsters [dl] Crispin Glover [dl] Teddy & Darrel [dl] Mrs. Miller [dl] Inna Rude Mood [dl] Raymonde [dl] Dukes of Hazzard [dl] Kon Kan [dl] Kevin K [dl]
A propósito dos posts sentimentais, fui atrás da música “Sentimental” do Chico Buarque, que eu amo, na versão da portuguesa Maria de Medeiros (a Anaïs Nin do Henry & June, lembra?), que tinham me recomendado faz tempo. Ficou legal, viu?! Incrível como a Maria se abrasileirou, mesmo com o toque francês do final…
Você, que conhece “Blackbird” (Paul McCartney, “Album Branco”, 1968), talvez já tenha se perguntado: afinal, que pássaro é esse? Oras bolas, é o melro (turdus merula). E talvez você já tenha se perguntado se existem outras versões dessa balada acústica. Pois é, quando fui atrás delas me deparei com uma infinidade de covers idênticos, a maioria sem dizer a que veio. Mas também encontrei várias gravações com idéias originais e moods diferentes:
Beatles ensaiando / sobras de estúdio
Bobby McFerrin
No Festival de Montreux de 1979 se apresentavam Elis Regina e Hermeto Paschoal na mesma noite, mas em performances diferentes. No fim do show, alguém nos bastidores deu um empurrão para que os dois subissem juntos e improvisassem alguma coisa. Deu no que deu: improvisaram e arrebentaram, Hermeto torcendo as harmonias e Elis respondendo à altura. Confira a versão transfigurada de “Asa Branca” e, após o jump, um depoimento dela sobre o encontro, além de “Corcovado” e “Garota de Ipanema” em versões no calor da hora.
Manja “War Pigs”, aquele clássico do Black Sabbath no qual o Ozzy Osbourne esbraveja contra as guerras e seus generais? Ouça o original: War Pigs
E agora veja a versão instrumental com uma banda de metais. A ironia (ou falta de noção, mesmo) é que é a apresentação de uma banda do exército… (dica do Carlos Estigarribia)
Aí eu não pude resistir, pois conheço 2 outras versões da mesma música: uma do EP de 2007 da carioca Orquestra Imperial e outra de um disco empoeiradaço de 1972, “Pop Corn - The Discotheque Sound“, e que é uma pérola!
Shamisens on the rock! Pra quem não sabe, o shamisen é um tradicional instrumento de cordas japonês tocado com uma enorme palheta de marfim chamada bachi. Repare nos taikos e nas flautas de bambu. E preste atenção na letra (pena que eu não leia kanji…).
Mais uma do Radiohead, desta vez eles criaram um concurso onde as pessoas devem: comprar as diferentes faixas (guitarra, bateria, teclado, etc) do novo single Nude, fazer remixes, uploade ranquear os melhores. A votação termina dia 1º de maio e os 10 mais votados ficarão na página com nome, contato, etc. Cada participante ganha um widget que pode ser inserido em web sites e blogs.
Disney » Dumbo em remix cor-de-rosa disse às 8:32 pm
[...] Ouvidoria @ Update or Die wrote an interesting post today on Dumbo em remix cor-de-rosaHere’s a quick excerpt … tay Awake: Interpretations of Vintage Disney Films”, de 1988)….Pois é, graças a essa coisa chamada You Tube, você encontra um remix da cena da Disney com a versão… [...]
Acho que todo mundo conhece a cena do filme “Dumbo” (1941) em que o pobre elefantinho orelhudo, bêbado de vinho, alucina com uma cambada de elefantes rosados, certo? Mas você não sabia que o saxofonista maluco Sun Ra (nascido em Saturno, como ele mesmo afirmava) havia gravado uma versão, tão boa quanto a original (e que está no disco “Stay Awake: Interpretations of Vintage Disney Films”, de 1988). Pois é, graças a essa coisa chamada You Tube, você encontra um remix da cena da Disney com a versão de Sun Ra:
Essa discussão sobre direitos autorais na era digital está muito longe de alcançar um denominador comum. No endereço www.goodcopybadcopy.net está disponivel para streaming e download um documentário bem legal (e que fala também sobre o tecno-brega e o funk carioca) que é o "Good Copy, Bad Copy". E essa estória do fragmento musical que vira moda é ótima! Lembra um pouco o caso da ultrasampleada batida de bongô e bateria de "Apache" (www.youtube.com/watch?v=W2SKM81jXmc), da Incredible Bongo Band (que por sua vez é um cover do original dos anos 60, pela banda The Shadows www.youtube.com/watch?v=jrKzULc4Sfg). Reciclagem, reciclagem...
Wagner Brenner disse às 11:43 am
Excelente! Bem vindo Felipe!
Jorge Carvalho disse às 3:20 pm
Esse documentário do TB-303 é muito bom! Quero um pra mim!!!
Felipe Vaz disse às 5:27 pm
Não conhecia o original do Shadows não! Eu gosto também da versão do Tommy Seebach: http://www.youtube.com/watch?v=GFGzGfym-7Y
E agora que estou usando bigode, preciso manter o cabelo curto pra não ficar igual a ele...
Marcos Azambuja disse às 3:15 pm
Das, que coisa mais tosca é essa!!! Você parecido com ele? Então vai ter que dar as reboladinhas... (e qual é o nome das chacretes?)
beto disse às 8:27 pm
Tommy Seebach versus Prodigy
http://www.youtube.com/watch?v=gvq4XS0pzgg&feature=related
Como pode um trecho de 6 segundos de som gerar inúmeras versões e, até certo ponto, alguns gêneros musicais inteiros? Como ficam a indústria fonográfica e o sistema de propriedade intelectual diante de gerações sucessivas de música baseadas umas nas outras?
O documentário de Nate Harrison sobre o Amen Break já não é, na verdade, muita novidade - o vídeo é de 2006. Ele mostra como um sample de um lado B obscuro de um compacto dos soulmen Winston Brothers foi largamente utilizado pelo hip-hop, para depois se transformar na fundação do Jungle e do Ragga, mas não o vi o vídeo circulando na internet brasileira, daí publicá-lo aqui. Ele investiga de forma inspirada a história desse sample e como, no caso, o fato de os direitos autorais terem sido ignorados foi fundamental para um enorme volume de produção criativa, e termina apontando pra necessidade da flexibilização de direitos autorais através de licenças como as do Creative Commons e afins.
Aqui no Brasil, temos um caso similar: durante muitos anos o funk carioca baseou-se quase exclusivamente no 808 Volt Mix de um desconhecido DJ de Miami Bass chamado Battery Brain, com menos retoques que no caso das utilizações do Amen Break.
Vocoder imortalizado pelo Peter Frampton e resgatado recentemente pelo Edgar Scandurra, naquela participação no show/disco do Arnaldo Antunes que assistimos juntos!
Rodrigo disse às 3:26 pm
A Vila Sésamo gringa recebeu muitos visitantes ilustres. Olha que lindo esse:
http://www.youtube.com/watch?v=gn1LW3wyRrc
Herbie Hancock mostra pra criançada o sintetizador Fairlight.
Aproveita e vê também o Hancock mostrando o Fairlight pro Quincy Jones. Um absurdo!
http://www.youtube.com/watch?v=n6QsusDS_8A
Marcos Azambuja disse às 9:36 am
Rodrigo, viva a Vila! E salve o Herbie, que já nasceu com um plug na orelha!
Wagner Brenner disse às 9:19 pm
E o classico Elton John, quando ainda era legal.
Philip Glass na Vila Sésamo at Ouvidoria @ Update or Die disse às 12:26 pm
[...] Vila boa essa, sô! Já tiveram convidados como Stevie Wonder, precisa querer algo mais de um programa que faz isso?! Agora descobri esta série musical que o [...]
Lembrando este post do Wagner sobre a Vila Sésamo, resolvi ressintonizar mais dos vilarinos, só que na versão gringa. Afinal, não é todo dia que aparece um convidado tão especial: Stevie Wonder, ele mesmo, contracenando com os bonecos do programa. Ele canta o tema da Vila através de um vocoder (processador que gera uma voz “robótica”). E tem mais esta brincadeira aqui, fora esta versão de “Superstition“. Serviço completo!
Sampleur-Samplé é um site criado exclusivamente para “caguetar” quem-sampleia-quem no mundo do hip hop e da música eletrônica. Calma, calma, você não entendeu: a intenção ali é, antes de tudo, apontar o bom uso musical dos samples.
E é um trabalho de maluco correr atrás de tantos exemplos: enfileirando centenas de trechos sampleados, o site acaba funcionando como uma espécie de ‘museu on-line do sampler’. Confira abaixo alguns dos exemplos, 1º o trecho original da música, e em seguida a forma como foi utilizado.
ORIGINAL: The Ray Brown Orchestra “Go Down Dying”
SAMPLEADO: Bjork “Human Behavior”
ORIGINAL: Franz Schubert “Piano Trio em Mi Bemol, Op 100″
Show na França, 1982: James Brown é o anfitrião, e convida Michael Jackson e Prince para darem uma canjinha! Como diria Clementina de Jesus, “sonho meu”…
Emendando o hit sessentista “It’s A Man’s Man’s Man’s World” de Brown, eles sobem ao palco e…
Bom, o que dá para perceber (na minha opinião) é o quanto Michael decaiu e Prince amadureceu. Agora fala sério: precisa tanta pose?
Topei com o video desse figura tocando slide guitar com uma colher na boca, enquanto toca o acompanhamento com as mãos. Bacana não é apenas sua habilidade, mas também a quantidade de pessoas que postaram seus videos tocando a mesma música!
O nome do distinto é Hannes Coetzee. Não, ele não é holandês, é sul africano mesmo, mas sua música tem algo de universal, pode ser um country americano ou uma canção do interior africano. Parece que tudo se originou a partir de um documentário de 2004 sobre a música rural da África do Sul, e que acabou caindo na web ano passado. Hannes juntou fãs: aqui, aqui e aqui você pode ver exemplos de seus admiradores dando uma colher de chá.