Dirigido por Doug Pray, você pode ver abaixo a íntegra do documentário que conta a história e desenvolvimento da fantástica técnica popularizada pelos DJs de rap. Logo no inicio, Grand Wizard Theodore conta como acidentalmente inventou o scratch, nos anos 70: sua mãe batia na porta de seu quarto reclamando do alto volume da música que ele ouvia, e para poder atendê-la ele simplesmente colocou sua mão sobre o disco de vinil que estava tocando, produzindo aquele som característico. Gostou do resultado, e o resto é história. Yo!
Arquivo para updates sobre 'Clássicos'
0r. NANCY SINATRA—————————————————————————————————- The Fixx [dl] Muguette [dl] La Grande Sophie [dl] The Meteors [dl] Lisa Germano [dl] Eileen [dl] Jessica Simpson [dl] The Supremes [dl] Amanda Lear [dl] Loretta Lynn [dl] The Artwoods [dl] Barcode Bros [dl] Boy George [dl] Barbados [dl] A. Lane/B. Adamson [dl] Billy R Cyrus [dl] Symarip [dl] Los Salvajes [dl] Lee Hazelwood [dl]
UPDATE:
The Fresh Breaths [dl] Destroy all Monsters [dl] Crispin Glover [dl] Teddy & Darrel [dl] Mrs. Miller [dl] Inna Rude Mood [dl] Raymonde [dl] Dukes of Hazzard [dl] Kon Kan [dl] Kevin K [dl]
Pode fazer um post sentimental aqui? Eu achei este vídeo da banda de rock alemã Spider Murphy Gang no YouTube, no rock que canta o escândalo da Rosie, uma puta que seduziu a cidade de Munique — os homens não queriam saber mais de nenhuma outra puta, só dela, a mulher era demais. Conheci num intercâmbio juvenil na Alemanha (acho que é um clássico lá), toco no violão há anos, adoro, mas bem que, vendo o cabelinho do vocalista (eu nunca tinha visto, só ouvido), levei um susto…Chama-se Skandal im Sperrbezirk
Li no Caderno 2 de hoje que aqui em São Paulo o Instituto Auditório Ibirapuera está iniciando uma coleção on-line de canções de ninar da vários paises e culturas. É o Projeto Acalanto, registro direto, oral, de artistas e anônimos cantando acalantos que ouviram quando criança.Aí se descobre o quanto certas culturas distantes tem melodias parecidas com as nossas, como no exemplo da Coréia, e o quanto alguns acalantos de culturas próximas são diferentes dos nossos (caso dos Waurás do Alto Xingu). Descubra também como soa, em armênio, uma música muito conhecida nossa.
Gostou? Acesse o site e se divirta. Vai ver, acaba relembrando alguma cantiga perdida no fundo da sua memória!
Você, que conhece “Blackbird” (Paul McCartney, “Album Branco”, 1968), talvez já tenha se perguntado: afinal, que pássaro é esse? Oras bolas, é o melro (turdus merula). E talvez você já tenha se perguntado se existem outras versões dessa balada acústica. Pois é, quando fui atrás delas me deparei com uma infinidade de covers idênticos, a maioria sem dizer a que veio. Mas também encontrei várias gravações com idéias originais e moods diferentes:
Beatles ensaiando / sobras de estúdio
Bobby McFerrin
Los Pirata
Jaco Pastorius
Crosby, Stills & Nash em Woodstock
Brad Mehldau
Arturo Sandoval
Bonzai Republic
Carly Simon
Wenche Losnegard e Morten Faerestrand
não sei se é velho para vcs mas como é versão beta e eu achei divertido aviso aqui. está mais para fazedor de playlists do que mixer mas a interface é muito amigável e charmosinha. o K7 é simpático e retrô. vc pode buscar músicas nos arquivos deles ou fazer upload. além disse é fácil colocar uma imagem na mix. e é bem divertido escutar as mixes alheias. achei mais divertido do que o last FM mas é claro que gosto não se discute… só não consegui postar o link com a imagem do playlist aqui. se alguém descobrir como faz…
![]()
No Festival de Montreux de 1979 se apresentavam Elis Regina e Hermeto Paschoal na mesma noite, mas em performances diferentes. No fim do show, alguém nos bastidores deu um empurrão para que os dois subissem juntos e improvisassem alguma coisa. Deu no que deu: improvisaram e arrebentaram, Hermeto torcendo as harmonias e Elis respondendo à altura. Confira a versão transfigurada de “Asa Branca” e, após o jump, um depoimento dela sobre o encontro, além de “Corcovado” e “Garota de Ipanema” em versões no calor da hora.
Eu ADORO ver gente normal cantando e inventando onda. Bom, ruim, não importa. É divertido? É bonitinho? Vai pro trono.
Aproveitando a deixa do Wagner e do vídeo sensacional com o Hancock e o Quincy Jones, resolvi postar um dos meus favoritos: um vídeo promocional do pop eletrônico do Giorgio Moroder, em torno de 1978. “Recording from a recording studio that even NASA can’t match”, diz o narrador ao final do vídeo.
O legal do Moroder é que a eletrônica não estava presente apenas na música em si, havia também a fetichização da tecnologia pra além dela. Eu acho fascinante o fato de ter sido ele quem resolveu, lá por 1984, produzir a restauração, a colorização e a produção da trilha do filme (originalmente mudo) Metropolis do Fritz Lang, até então em grande parte perdido.
E, para muitos, o Moroder é um dos principais responsáveis pela avalanche de música eletrônica das últimas décadas, ao fazer em 1977 uma produção quase 100% eletrônica para o hit I feel love da diva Donna Summer, então no auge da glória do Disco.
(por Luiz Godoy, via DropPost)A década de 80 foi a década dos sintetizadores. Uns o usaram para o bem, outros para o mal, com bem lembra o próprio Herbie Hancock neste video de 1983, que mostra um namoro desses dois gigantes da música com a tecnologia da época. Um momento descontraído que mostra um pouco do que aconteceria com o trabalho dos dois nos anos seguintes.
Vídeo promocional da Northrop Grumman usando como trilha Queen - Don´t stop me now
Manja “War Pigs”, aquele clássico do Black Sabbath no qual o Ozzy Osbourne esbraveja contra as guerras e seus generais? Ouça o original: War Pigs
E agora veja a versão instrumental com uma banda de metais. A ironia (ou falta de noção, mesmo) é que é a apresentação de uma banda do exército…
(dica do Carlos Estigarribia)
Sem mais: especial de Elis e Chico para a TV, 1971 (em 2 partes). Cada um na sua praia.
A Budweiser acabou de lançar um comercial que tem a música “Pop Corn” como trilha:
Aí eu não pude resistir, pois conheço 2 outras versões da mesma música: uma do EP de 2007 da carioca Orquestra Imperial e outra de um disco empoeiradaço de 1972, “Pop Corn - The Discotheque Sound“, e que é uma pérola!
Orquestra Imperial
Discotheque Sound




