Dirigido por Doug Pray, você pode ver abaixo a íntegra do documentário que conta a história e desenvolvimento da fantástica técnica popularizada pelos DJs de rap. Logo no inicio, Grand Wizard Theodore conta como acidentalmente inventou o scratch, nos anos 70: sua mãe batia na porta de seu quarto reclamando do alto volume da música que ele ouvia, e para poder atendê-la ele simplesmente colocou sua mão sobre o disco de vinil que estava tocando, produzindo aquele som característico. Gostou do resultado, e o resto é história. Yo!
Arquivo para July, 2008
0r. NANCY SINATRA—————————————————————————————————- The Fixx [dl] Muguette [dl] La Grande Sophie [dl] The Meteors [dl] Lisa Germano [dl] Eileen [dl] Jessica Simpson [dl] The Supremes [dl] Amanda Lear [dl] Loretta Lynn [dl] The Artwoods [dl] Barcode Bros [dl] Boy George [dl] Barbados [dl] A. Lane/B. Adamson [dl] Billy R Cyrus [dl] Symarip [dl] Los Salvajes [dl] Lee Hazelwood [dl]
UPDATE:
The Fresh Breaths [dl] Destroy all Monsters [dl] Crispin Glover [dl] Teddy & Darrel [dl] Mrs. Miller [dl] Inna Rude Mood [dl] Raymonde [dl] Dukes of Hazzard [dl] Kon Kan [dl] Kevin K [dl]
Uma das melhores Guitar Heroes Songs ever, mas com poucas versões (?).
Achei uma.
O.R. The Cult [dl]
M. Craft [dl]
(tks Marcelo Prais)
Não sou muito de Drum n’ Bass, mas malvado assim é irresistível. Ao apertar o botão mágico do YT abaixo você estará diante do palco da banda Australiana Pendulum [wkp], já considerada a maior banda de DnB de todos os tempos e que faz uma bombástica reunião de DJ e banda de metal, tudo tocado mesmo, baixo, guitarra e o escambáu. Mas faça o favor: nada de ouvir nas caixinhas de computador: fone ou caixa boa e som no talo.
Hoje estava adicionando algumas músicas ao meu iTunes e acabei dando de cara com o cd “Taproot” do Michael Hedges. O álbum concorreu ao Grammy em 1990 e foi todo influenciado pela escrita de Joseph Campbell. Pra quem não conhece, Hedges foi um doidão/virtuoso/gênio do violão e da música que morreu aos 43 anos em um acidente de carro. A música número 7 do cd é essa ai de baixo “Ritual Dance”
Da Alemanha pra Portugal (com um accent francês) e de Portugal pra Espanha na minha trilogia sentimental-européia. Talvez vocês conheçam a Bebe, mas é aquisição de 2007 para mim. Acho o máximo. O casamento andaluz/árabe com pop deu tão certo… Essa música se chama “Como los olivos”. O refrão é assim: “Yo soy del sur, tú eres del norte, no hablamos el mismo idioma pero haremos que no importe”. E mais: “Te robaré algún cabello para amarrarlo a las trenzas de mi pelo”
A propósito dos posts sentimentais, fui atrás da música “Sentimental” do Chico Buarque, que eu amo, na versão da portuguesa Maria de Medeiros (a Anaïs Nin do Henry & June, lembra?), que tinham me recomendado faz tempo. Ficou legal, viu?! Incrível como a Maria se abrasileirou, mesmo com o toque francês do final…
Pode fazer um post sentimental aqui? Eu achei este vídeo da banda de rock alemã Spider Murphy Gang no YouTube, no rock que canta o escândalo da Rosie, uma puta que seduziu a cidade de Munique — os homens não queriam saber mais de nenhuma outra puta, só dela, a mulher era demais. Conheci num intercâmbio juvenil na Alemanha (acho que é um clássico lá), toco no violão há anos, adoro, mas bem que, vendo o cabelinho do vocalista (eu nunca tinha visto, só ouvido), levei um susto…Chama-se Skandal im Sperrbezirk
A Musical Furnishings é uma empresa que desenvolve móveis musicais feitos à mão. Os móveis podem ser tocados solo ou com outras pessoas. Abaixo a Rumba Table:
O jornalista Cristiano Bastos entrou numa trip forte: está dissecando a história de um dos discos mais doentes da música brasileira, Paêbirú. A parada vai virar um documentário e, se você levar em consideração o blog do Cristiano e o livro Gauleses Irredutíveis, o resultado vem consistente e instigante.
(Pra quem não conhece, Gauleses Irredutíveis é um livro do Cristiano e mais dois parceiros que fez pelo rock gaúcho o mesmo que o clássico Mate-Me Por Favor fez pela cena novaiorquina: registrou a memória sequelada dos participantes de forma intensa e expontânea.)
Vale também dar uma olhada na pesquisa rápida que o Matias fez a respeito do disco.
Li no Caderno 2 de hoje que aqui em São Paulo o Instituto Auditório Ibirapuera está iniciando uma coleção on-line de canções de ninar da vários paises e culturas. É o Projeto Acalanto, registro direto, oral, de artistas e anônimos cantando acalantos que ouviram quando criança.Aí se descobre o quanto certas culturas distantes tem melodias parecidas com as nossas, como no exemplo da Coréia, e o quanto alguns acalantos de culturas próximas são diferentes dos nossos (caso dos Waurás do Alto Xingu). Descubra também como soa, em armênio, uma música muito conhecida nossa.
Gostou? Acesse o site e se divirta. Vai ver, acaba relembrando alguma cantiga perdida no fundo da sua memória!


