O NIN lançou seu último trabalho “The Slip” grátis através de seu site. Eles oferecem algo grátis e ficam com uma informação valiosa: os dados de todos os downloads. Assim podem escolher analiticamente, por onde passar na próxima turnê. Na música, parece funcionar muito bem, ganha quem consegue estar antenado na capacidade de análise que a internet proporciona. Clique na imagem para ver com mais detalhes.
Kid Rock, músico de sucesso nos Estados Unidos, não concorda com os downloads grátis de suas músicas. Na NBC, ele relembrou músicos como Otis Reddings e Chuck Berry, que eram constantemente passados para trás nos acordos comerciais e disse que a internet seria o meio para isso acabar. Radicalizou e não entendeu o ponto!!!??? Confira no vídeo.
Vi o NIN usar essa interface de audio touch screen chamada Lemur da Jazz Mutant na música Echoplex. Fui atrás e achei esse vídeo de demonstração. Pena que custa tão caro!
Você, que conhece “Blackbird” (Paul McCartney, “Album Branco”, 1968), talvez já tenha se perguntado: afinal, que pássaro é esse? Oras bolas, é o melro (turdus merula). E talvez você já tenha se perguntado se existem outras versões dessa balada acústica. Pois é, quando fui atrás delas me deparei com uma infinidade de covers idênticos, a maioria sem dizer a que veio. Mas também encontrei várias gravações com idéias originais e moods diferentes:
Beatles ensaiando / sobras de estúdio
Bobby McFerrin
não sei se é velho para vcs mas como é versão beta e eu achei divertido aviso aqui. está mais para fazedor de playlists do que mixer mas a interface é muito amigável e charmosinha. o K7 é simpático e retrô. vc pode buscar músicas nos arquivos deles ou fazer upload. além disse é fácil colocar uma imagem na mix. e é bem divertido escutar as mixes alheias. achei mais divertido do que o last FM mas é claro que gosto não se discute… só não consegui postar o link com a imagem do playlist aqui. se alguém descobrir como faz…
Post oportunista é isso, aproveita os 100 anos da imigração japonesa (e os 50 da Bossa Nova) para mostrar um “samba do japonês doido”: a música chama “Cafezinho”, composta e interpretada por uma certa Tatsuko Kaneda, se acompanhando no Ukelele (que por sua vez é uma espécie de cavaquinho… havaiano!). Curta o show:
A Thais Arruda, da Livraria Cultura, acaba de me contar que chegou por lá a bacanérrima Visionaire # 53, cujo o tema é SOUND. São seis discos de vinil com capas diferentes nos lados A e B. Cada disco tem gravado um gênero musical, lounge, rock… A caixa parece um disco voador. O alto-falante e a agulha ficam no carrinho que acompanha o kit. Para ouvir os discos, basta colocar o carrinho em cima do vinil que ela vai dando voltas e tocando as músicas.
Trama: do download remunerado ao álbum virtual com Elis Regina e Tim Maia | Remixtures disse às 3:13 pm
[...] um dos sócio da Trama e filho de Elis Regina, refere numa entrevista à revista Cult (via Ouvidoria), a ideia do “álbum virtual” foi inspirada no modelo de televisão aberta “que [...]
Discos de graça, diretamente da gravadora? Quem garante é João Marcello Bôscoli, sócio da Trama. E a implementação dessa realidade junto aos internautas atende pelo nome de “Álbum Virtual”, projeto que ganha corpo 20 de junho com a versão ao vivo do disco “Danç-Êh-Sá”, de Tom Zé. Mas quem inaugurou a estória toda foi a banda Dance of Days, dia 15 de maio. A intenção é que, até o final do ano, discos de Elis Regina e Tim Maia (como o seu “Racional”) estejam integralmente disponiveis para download no site da gravadora, de graça. E, com o tempo, todo o catálogo da Trama estaria assim disponivel.
A idéia vem sendo maturada e experimentada já há algum tempo, desde a adoção do download remunerado em 2007, no qual as faixas eram baixadas individualmente a partir do site da gravadora, o Trama Virtual. Desde o download remunerado, os royalties e custos de produção eram pagos por patrocinadores de empresas parceiras da Trama. O valor pago varia de acordo com a arrecadação mensal junto às empresas patrocinadoras. No caso do projeto Download Remunerado, 2.540 bandas e artistas se cadastraram, gerando mais de 126 mil downloads nos 2 primeiros meses.
Essa é a iniciativa particular da gravadora para se adaptar à era de internet e à crise da indústria fonográfica. Segundo Bôscoli, a inspiração veio da TV aberta, onde se tem conteúdo gratuito bancado pelo patrocinio dos anunciantes. No caso do Álbum Virtual, os discos ficam disponiveis para download por tempo limitado, e são lançados na web antes de sua versão fisica chegar às lojas. Leia aqui entrevista de João Marcello à revista Cult.
A Moog Music, fundada por Robert Moog (criador do Minimoog em 1970), acaba de lançar uma espécime bem cara de instrumento de cordas (US$ 6.500): a Moog Guitar. O fabricante de um dos mais emblemáticos sintetizadores dos anos 70 se aventura em um território novo, aproximando o som da guitarra ao dos sintetizadores. A grande novidade é um controle de mute e de sustain para cada corda em separado (a grosso modo, sustain é a duração de uma nota). No modo de sustain infinito, a guitarra se comporta como um sintetizador. A principio o que produz isso é uma forte ação eletromagnética entre os captadores e as cordas, tal como naquela delicia de aparelhinho chamada E Bow.
A Moog Music postou na web um video promocional com gente como Vernon Reid (Living Colour) e Lou Reed experimentando o brinquedinho:
No Festival de Montreux de 1979 se apresentavam Elis Regina e Hermeto Paschoal na mesma noite, mas em performances diferentes. No fim do show, alguém nos bastidores deu um empurrão para que os dois subissem juntos e improvisassem alguma coisa. Deu no que deu: improvisaram e arrebentaram, Hermeto torcendo as harmonias e Elis respondendo à altura. Confira a versão transfigurada de “Asa Branca” e, após o jump, um depoimento dela sobre o encontro, além de “Corcovado” e “Garota de Ipanema” em versões no calor da hora.
Bacana esse podcast que encontrei pelas esquinas da web: “The Tone Generation“, uma série de 10 programas sobre a história da música eletrônica, do século XX ao XXI. E por música eletrônica entenda-se não apenas Kraftwerk e DJs mas também eruditos como Karlheinz Stockhausen, Iannis Xenakis e Edgard Varese - enfim, todo mundo que ligou um equipamento na tomada e considerou que seu uso seria interessante o suficiente para criar música. Os programas são focados na produção de cada pais (França, Alemanha, Grã-Bretanha…) e seus respectivos criadores. Clique aqui para assinar o feed dos programas (que já estão no 7º episódio) e boa viagem! Abaixo, o 1º programa: